terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

BMW ///M135i 3.0 Turbo

Nesta postagem iremos falar sobre um dos "hatches" mais violentos da capital Ludovicense,O BMW ///M135i que busca consumidores apreciadores do mix composto por alto desempenho, dirigibilidade e refinamento. Pessoas que, por um “defeito de fábrica”, apreciam a sinfonia gerada por um bom motor, e gostam de realizar sequências de curvas em velocidade alta o suficiente para causar náuseas em passageiros desinteressados pelo assunto. São os chamados “apaixonados por automóveis”.

O maior atrativo do M135i é o conjunto motriz — embora o funcionamento dos freios e suspensão estejam no mesmo nível. Seu motor é um 3.0 24V biturbo, dotado de injeção direta de combustível e duplo comando de válvulas variável, conjunto que lhe permite gerar 320 cv de potência a 5.300 RPM e nada menos que 45.9 mkgf de torque a partir de 1.250 RPM. Em conjunto com o câmbio ZF automático de 8 marchas, o hatch é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 5s — um Mitsubishi Lancer Evolution X (R$ 213.990) cumpre a mesma prova em 6s, enquanto um Chevrolet Camaro SS (R$ 221.990) realiza a tarefa em 5s6. E se dirigido calmamente, o BMW  ainda é capaz de obter um consumo médio de 6,3 km/l em ciclo urbano e 11,2 km/l em rodovias — embora esse apelo não seja tão atraente para o consumidor desse veículo.

O bom entre-eixos de 2.690 mm, a tração traseira e a suspensão calibrada para esportividade combinam-se admiravelmente bem para produzir um comportamento que deixará os apreciadores de carros de alto desempenho totalmente satisfeitos. Quem souber o que está fazendo pode desligar os controles de estabilidade e de tração, o que não é recomendável sobre pisos com pouca aderência. Tudo o que o hatch demanda para manter a boa compostura é respeito no trato do pedal do acelerador e atacar as curvas sem achar que por ser M este BMW faz milagres. O modelo não traz diferencial de deslizamento limitado, que só faz falta mesmo numa pista.

Os freios do M 135i estão acordo com o desempenho e durante o teste na pista comprovaram sua eficácia: de 100 km/h à parada total percorreu apenas 34,6 m, ao passo que um Misubishi Lancer Evo X precisou de 38 m e um Subaru Impreza WRX STi exigiu mais, 38,9 m.

Custando R$ 209.950, o M 135i mostra posicionamento bastante atraente frente à concorrência de apelo esportivo. Especialmente levando em conta que o hatch da BMW oferece, entre os principais itens de série, ar-condicionado de duas zonas, um eficiente câmbio automático com borboletas junto ao volante para as trocas de marcha, navegador GPS, sistema multimídia, controlador de velocidade de cruzeiro, faróis de xenônio, sensor de estacionamento dianteiro e câmera traseira, além de seis airbags, sisterma start-stop, revestimento interno de couro e volante de direção multifunção, entre outros equipamentos. Ou seja, satisfaz plenamente quem procura esportividade, sem abrir mão do conforto.

O M135i não é apenas um Série 1 “anabolizado”: junto com o acréscimo de desempenho, o hatch também ganhou muito em prazer ao dirigir. Ele é econômico e confortável como um 118i — embora seu potencial para deixar as crianças enjoadas no caminho para a escola tenha aumentado em função do desempenho digno de esportivo. O M135i pode não ser tão versátil quanto um Mitsubishi Lancer Evolution X, mas, por R$ 209.950, ele é R$ 4.000 mais barato que o sedã japonês, mais rápido em retas e não deixa a desejar nas curvas.
Ficha técnica 
Motor 6 cilindros, dianteiro, longitudinal, gasolina; Cilindrada 2.979 cm3; Potência 320 cv a 5.800 rpm; Torque 45,9 mkgf a 1.250 rpm ; Câmbio automático, 8 marchas; Tração traseira;Comprimento 4.340 mm; Largura 1.765 mm; Altura 1.411 mm; Entre-eixos: 2.690 mm; Porta-malas: 360 l; Peso 1.445 kg.
Finalizo essa postagem agradecendo ao proprietário dessa bela "Bimmer ///M135i" ao apoio a meu trabalho.
Alguns trechos dessa postagem foram retirados do site:http://carroonline.terra.com.br/
























terça-feira, 13 de janeiro de 2015

BMW M4 Coupé 3.0 Turbo na Dalcar BMW.

Primeiramente nesta postagem gostaria de agradecer muito ao pessoal da Dalcar BMW pela recepção nota mil em especial ao Thiago Botelho que me atendeu de uma forma muito calorosa,se você está querendo comprar uma BMW recomendo a Dalcar BMW.
O Série 4 surgiu no fim de 2013, quando a BMW resolveu criar uma linha esportiva derivada do sedã Série 3. Com isso, houve mudanças na nomenclatura da marca: os números ímpares passaram a representar sedãs e hatchs, enquanto os pares coupes e cabriolets.
Pouco após estrear no mercado europeu, o modelo passou a ser importado para cá nas configurações Coupe, Cabriolet e Grand Coupe. Esportivos por definição, é na BMW M que eles entregam a sua verdadeira vocação.
Esportivo que se preze tem cara de mal, e com o M4 não é direrente. Por fora, eles se diferenciam do restante da linha pelas ponteiras duplas de escapamento, saída de ar lateral, para-choque estilizado e logotipo M na grade frontal e lateral da carroceria.
Enquanto o Coupe tem seu teto rígido em fibra de carbono, a versão Cabriolet traz uma capota que se rebate em 20 segundos — tempo em que é preciso manter pressionado o botão de rebatimento no console central.
Por dentro, o belo acabamento mistura couro e fibra de carbono. Entre os principais itens de série, estão central multimídia com GPS, head-up display, bancos elétricos com memória e aquecimento e câmera de ré com função top view, uma mão na roda para as manobras e balizas.
Na hora de se acomodar, os bancos abraçam o motorista como um cobertor em tarde chuvosa. Pena que os ajustes do volante multifuncional são manuais. Calcanhar de aquiles de nove em dez esportivos, o espaço traseiro merece elogio por seu espaço razoável para dois adultos. 
Equipado com motor 3.0 turbo, 6 cilindros,  com 436 cavalos de potência e 56 kgfm de torque, o M4 tem três modos de condução que alteram os ajustes da direção, motor e suspensão.
Se você busca um tranquilo passeio de domingo, a direção leve e os amortecedores anestesiados lhe passarão a impressão de estar em um carro familiar.    
É no modo mais esportivo, porém, que o M4 mostra a sua maior virtude: o ogro escondido na carapuça de fofura. Na primeira acelerada, o motorista sente uma "patada" que cola suas costas no assento. A partir daí, o ronco grave e encorpado do motor invade a cabine, entremeado pelas "explosões" do turbo em retomadas e reduzidas — uma sinfonia até para os ouvidos menos treinados.
Dinamicamente, as duas carrocerias têm comportamento semelhante, com bom nível de ruído interno e apetite voraz nas curvas, auxiliados pelos controles de estabilidade e tração. Segundo a marca, o M4 atinge a máxima 280 km/h e os 100 km/h em 4,1 segundos (Coupe) e 4,4 segundos (Cabriolet). Números condizentes com a proposta desse esportivo que atrai pelo olhar, mas cativa pela emoção.