segunda-feira, 7 de abril de 2014

Ducati 1199 Panigale R uma superbike de rua.


A Ducati lançou a 1199 Panigale R, versão mais apimentada de sua família de superesportivas.  Desenvolvida com o conhecimento adquirido pela marca no Campeonato Mundial de Superbike (WSBK), a moto é voltada para os que procuram desempenho profissional em uma moto de rua. Os engenheiros do time italiano utilizaram o “feed-back” de seus melhores pilotos, e também de seus clientes, para criar um produto diferenciado, com o claro objetivo de oferecer o máximo de desempenho em circuitos fechados. Neste “up-grade” foram incluídas a mais recente geração de mapeamento do motor, mudanças estéticas e ciclísticas.
Mas, o que realmente significa a sigla “R” na Panigale? A nova versão vem equipada com tudo o que a Panigale S oferece, como controle de tração (DTC), ajuste eletrônico de suspensão (DES), sistema de freios ABS e Ride-by-Wire (acelerador eletrônico), e alguns outros “mimos”. Como novidade, o chassi monocoque recebeu um novo braço oscilante com pivô ajustável em quatro posições. Assim, a medida entre-eixos pode variar em até 6 mm, o que permitirá um ajuste perfeito entre homem, máquina e traçado da pista. Para perder peso o motor recebeu peças mais leves como, por exemplo, o novo virabrequim e bielas de titânio.
Mais Letrinhas
A marca introduziu na versão “R” o DQS (Ducati Quick Shifter), que auxilia nas trocas de marcha rápidas e sem a necessidade do acionamento da embreagem. Já o EBC (Engine Brake Control) foi criado pela Ducati Corse para auxiliar os pilotos a otimizar a estabilidade do veículo na entrada e saída de curvas em competições.
Tais informações são gerenciadas e exibidas no painel de instrumentos com tecnologia TFT (Thin Film Transitor). Esse sistema nada mais é que um computador de bordo de fácil visualização, que conta com a mais nova versão do Ducati Data Analyser (DDA+). Traduzindo: telemetria on-board. 
A nova versão da superesportiva da Ducati ganhou alguns retoques estéticos e diversos componentes de fibra de carbono que a diferem de suas irmãs. A Panigale R vem “vestida” em vermelho, com algumas listras brancas inspiradas nas motos de competição e uma mistura de vermelho com alumínio escovado no tanque de combustível. As carenagens laterais carregam ainda a nomenclatura Ducati Corse em branco.
Motor

Assim como as outras versões, a Panigale R carrega o motor Superquadro, um bicilíndrico em “L” de 1.198 cm³, com arrefecimento líquido, oito válvulas e comando desmodrômico no cabeçote. Neste caso específico, os engenheiros da Ducati conseguiram reduzir 1,3 kg o peso do propulsor e afirmam que o motor da “R” é 15% mais “forte” em médios giros se comparado às outras versões da família Superbike. Essas modificações permitiram a ampliação da rotação máxima para 12.000 rpm, 500 rpm a mais que os outros modelos da família. O limite maior também tornou possível o uso de uma coroa de 41 dentes (são 39 na versão Standard e S), o que aumenta a capacidade de aceleração e retomada da moto.
Assim, o motor da nova superesportiva da Ducati gera 195 cavalos de potência máxima a 10.750 rpm e torque máximo de 13,5 kgf.m a 9.000 rpm. Pesando apenas 165 quilos, a versão Panigale R oferece uma excepcional relação peso-potência.
Para garantir alto desempenho e segurança na medida certa, a 1199 Panigale R conta com três tipos mapeamento do motor: “Race”, “Sport” e “Wet”. O modo “Race” é o indicado para as pistas, como o nome já diz. Assim, o piloto terá disponível todos os 195 cv, com a resposta instantânea do acelerador eletrônico. A intervenção do controle de tração (DTC) é menor e o ABS atua apenas na roda dianteira, sem deixar que a traseira “levante” em frenagens mais vigorosas. Ao escolher o modo “Sport”, o piloto também terá disponível os 195 cv, mas, a entrega feita pelo acelerador é mais suave e o DTC é um pouco mais atuante. As suspensões ficam com uma configuração mais adequada às ruas, assim como o EBC e o ABS atuam em ambas as rodas. Já no modo “Wet”, indicado para rodar em piso molhado, “apenas” 120 cv estarão disponíveis. O acelerador eletrônico entrega potência de maneira ainda mais suave e o controle de tração será ainda mais atuante. Além disso, o “set-up” das suspensões é voltado para um piso com baixa aderência. Neste modo, o DQS (Ducati Quick Shift) é desligado e o ABS ficará disponível no nível máximo de funcionamento.

                     Agradecimento ao proprietário desta obra de arte pelo convite,muito obrigado.

































quarta-feira, 12 de março de 2014

Lamborghini Gallardo Superleggera

Um dos melhores momentos da vida com certeza foi o dia em que pilotei a Superleggera,sem palavras para tal emoção que sentir naquele dia e pra ficar ainda melhor estavam presentes o Porsche Cayman S (981),Ford Maverick 302 V8 e a Yamaha XJ6 N agradeço á todos os proprietários pela presença.

Nessa postagem não falarei mecânica dos mesmos e sim agradecer por certos objetivos alcançados pelo blog.O primeiro agradecimento deixo para o grande Deus por sempre permite que meus sonhos se realizem,ao proprietário da Lamborghini pela oportunidade única de pilotar o seu bólido, também ao proprietário do Porsche Cayman S (981) por ter se oferecido para comparecer no passeio e aos demais proprietários que também estavam ali, nem em um milhão de anos poderei recompensar todos á vocês pela força.

Não posso esquecer também dos leitores que sempre acessam o blog,aos colaboradores e amigos que acreditaram na ideia do Carros De Luxo SLZ e agora já estamos colhendo bons frutos graças ao bom trabalho feito por mim (Rogio Santos),com muito amor e perseverança.

                  E pra finalizar dedico essas fotos á todos vocês amigos que citei nos textos á cima.































sexta-feira, 7 de março de 2014

Ford Maverick 302 V8

:: O Carro
Que brasileiro gosta de motor V8 não é nenhuma novidade, principalmente que, na década de 70 haviam apenas três carros nacionais equipados com este tipo de motor, eram eles: Maverick e Galaxie da Ford, e o Dodge da Chrysler. Entre eles o mais moderno, pelo menos em idade cronológica foi o Maverick.
:: Motor Canadense
Durante o lançamento do Maverick no Brasil, um dos modelos a surgir no mercado, e talvez o mais cobiçado foi o Maverick V8, um carro totalmente esportivo, desde seu acabamento interno, motor, faixas laterais e outros acessórios.
Porém para a Ford, havia um dilema, lançar o Maverick o quanto antes de uma maneira que atendesse as condições atuais da empresa no Brasil, ou seja, conforme a estrutura da empresa na época não havia como se produzir toda a linha mecânica dos carros dentre outros.

Daí então para o Maverick V8, a única maneira seria exportar esse motor de uma das Fábricas dos Estados Unidos, México ou Canadá.
A partir dessa medida adotada pela Ford, surgiu o termo "Canadense", dado para o motor V8 aplicado no Maverick no Brasil.

Tratava-se do lendário 302-V8, ou seja, 302 polegadas cúbicas, que correspondem a exatamente 4.948,89cc que rendem ao carro 199cv de potência máxima.

Só lembrando que o projeto desse motor é de 1968 que começou em 1962 com o motor 221, passou para 260, foi transformado em 289 em 1963, e finalmente no referido ano de 68 em 302.
Assim, quando feito o lançamento oficial do Maverick no Brasil, em maio de 1973 a preferência do consumidor logo recaiu sobre os modelos equipados com motor V8, adotado no modelo GT, ou como opcional nos modelos Super Luxo e Super. Os modelos equipados com o motor V8, tinham um excelente desempenho, e aceleravam de 0 a 100km/h em menos de 12 segundos, chegando aos 190km/h com um consumo médio de 6km/litro, segundo o fabricante.
Ninguém reclamava do motor V8 importado. O problema estava sendo o restante do conjunto mecânico do carro, sub-dimensionado para este tipo de motor, faltavam freios, suspensão, sistema de arrefecimento dentre outros, porém para os "ousados" que tentaram domar esta fera, de nada se queixaram, pois um carro com tantos opcionais, aerodinâmica melhor que seu concorrente nacional, potência superior a muitos carros de sua categoria e muitos outros pontos positivos.
Em seu lançamento o Maverick GT, não oferecia tantos opcionais como o norte americano, apesar da motorização e das faixas pretas, o comprador poderia escolher entre pintura metálica e direção assistida, mesmo assim este grande esportivo saída de fábrica com quase a mesma quantidade de cromados como nas demais versões.
Porém, haviam atrativos que o diferenciavam e faziam com que este modelo se sobressaísse, como em seu interior, com bancos em couro, volante de três raios bancos individuais, conta-giros sobre a coluna de direção, faróis auxiliares e alavanca de câmbio no assoalho
                                     :: Ficha Técnica - Maverick V8 302 
Motor:
Disposição em "V", 90 graus com a seguinte cilindrada: 4.950cc
Diâmetro x Curso: 101,6mm x 76,2mm
Potência Máxima: 199cv a 4.600rpm
Torque Máximo: 39,5mkgf a 2.400 rpm
Taxa de Compressão: 7,8:1
Alimentação:
Um carburador de corpo duplo tipo Weber 44
Embreagem:
Monodisco a seco
Transmissão:
3 marchas a frente (alavanca na coluna de direção)
4 marchas a frente (alavanca no assoalho)
3 marchas automáticas (alavanca na coluna)
Direção:
Mecânica, tipo setor e rosca sem fims com esferas recirculares
Suspensão:
Dianteira independente com molas espirais.
Traseira semi-elíptica com eixo rígido
Freios:
Dianteiro tambor e traseiro tambor ou Dianteiro disco e traseiro tambor, conforme ano de fabricação.
Pneus e Rodas:
5,5" e 6", pneus 195 radial, 14, opcional F70/14 ou convencional 6,95/14
Sistema Elétrico:
12 volts com alternador - sistema convencional.
Dimensões:
Entre eixos: 2,62m (2 portas) e 2,79m (4 portas)
Largura: 1,79m
Comprimento: 4,59m (2 portas) e 4,77m (4 portas)
Altura: 1,35m (2 portas) e 1,37m (4 portas)
Capacidade:
Tanque de combustível: 64 litros
Arrefecimento: 11,8 litros
Óleo do Motor: 4,7 litros
Câmbio: 2 litros (3 velocidades), 2,4 l (4 velocidades) e 8,4 l (Automático)
Diferencial: 1,7 litros
Peso:
1.400kg (conforme fabricante)